Dúvidas quanto ao gênero das palavras são muito comuns na língua portuguesa, sobretudo quando falamos de anos. Uma questão bastante comum é sobre o masculino da palavra “abelha“, que, apesar de parecer simples, envolve nuances tanto de gramática quanto da biologia desses insetos.
No nosso idioma, abelha é um termo feminino que abrange genericamente esses polinizadores e produtores de mel. De forma curiosa, ao contrário de muitas outras palavras, não há um correspondente masculino direto, como “abelho”.
Tal particularidade deve-se à organização das colmeias, onde a maioria dos habitantes, como as operárias e a rainha, é composta por fêmeas. Contudo, os machos existem e são conhecidos como zangões.
Na colmeia, os machos são menos numerosos e aparecem em tempos específicos com a função reprodutiva. Eles são nomeados como zangões, destacando-se por essa designação única.
Assim, em vez de usar “abelha macho”, o correto é referir-se a esse animal como zangão.
O uso de abelha no feminino se consolidou como o termo principal para designar a espécie. Essa tendência linguística reflete a predominância das fêmeas na estrutura social dos enxames e a falta de necessidade de uma palavra masculina direta.
Portanto, a ausência de um masculino direto para abelha não é uma falha linguística, mas sim uma característica que reflete a biologia e a hierarquia desses fascinantes insetos.
Na língua portuguesa, há diversas situações em que o masculino e o feminino de uma espécie são representados por termos diferentes. Exemplos incluem:
Por outro lado, o português também possui palavras comuns de dois gêneros. Um exemplo disso é “girafa”, que designa tanto o macho quanto a fêmea sem alteração na forma.
A linguagem precisa de adjetivos para evitar confusões. Assim, se precisar especificar o sexo de uma girafa, basta acrescentar “macho” ou “fêmea” ao substantivo.
Animais como “onça”, “cobra”, “águia” e “borboleta” compartilham essa característica linguística. A adição de adjetivos é a chave para a precisão.
Apesar de muitas palavras seguirem esse padrão, certos animais, como “leão” e “leoa” ou “cavalo” e “égua”, apresentam formas distintas para cada gênero. Essas exceções ajudam na identificação clara do sexo, simplificando a comunicação.
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