Muitas pessoas que enfrentam sérios problemas de saúde acreditam que, ao não conseguirem mais trabalhar, terão direito automático ao benefício por incapacidade. No entanto, a realidade nem sempre é tão simples. O número de pedidos negados pelo INSS tem crescido, e o motivo vai muito além da condição médica do solicitante.
Hoje chamado de Benefício por Incapacidade Permanente, o auxílio é voltado para quem, por motivos de saúde, perdeu completamente a capacidade de exercer qualquer atividade profissional.
Embora seja um direito previsto em lei, o processo de concessão ainda gera dúvidas e, muitas vezes, frustrações.
Ao contrário de outras aposentadorias, esse benefício não exige idade mínima. Assim, até mesmo jovens com menos de 30 anos podem solicitá-lo.
No entanto, é preciso cumprir três exigências básicas: estar inscrito como segurado no INSS, ter feito pelo menos 12 contribuições mensais e, por fim, ser aprovado em perícia médica que ateste a incapacidade total e permanente.
A perícia é feita por médicos do próprio INSS, mas laudos complementares — emitidos por profissionais particulares — também podem ser apresentados. Eles não garantem o benefício, mas podem influenciar positivamente na decisão final.
Mesmo assim, muitos pedidos são rejeitados porque o solicitante não atende a um ponto crucial: a incapacidade total e definitiva para o trabalho. Se houver possibilidade de adaptação em outra função, o auxílio pode ser negado — mesmo diante de doenças graves.
Um equívoco comum é achar que qualquer limitação física ou mental dá direito à aposentadoria por invalidez. No entanto, o INSS analisa se o trabalhador pode ser reabilitado em outro cargo, mesmo que em um setor diferente daquele em que costumava atuar. E isso pesa muito na decisão.
Por outro lado, algumas situações dispensam a exigência de tempo mínimo de contribuição. Doenças como câncer, AIDS, Parkinson e paralisias irreversíveis, por exemplo, isentam a chamada carência. O mesmo ocorre em casos de acidente de trabalho, desde que haja vínculo comprovado com a atividade exercida.
Assim, mesmo que o trabalhador não tenha completado os 12 meses de contribuição, ainda pode ter direito ao benefício. O importante é entender que cada situação será avaliada com base em documentos, histórico profissional e exames médicos — quanto mais completo for o material apresentado, melhor.
Antes de solicitar o benefício, é fundamental verificar se todos os critérios foram cumpridos. Isso inclui reunir documentação médica robusta, manter os dados atualizados junto ao INSS e entender que o processo pode envolver etapas técnicas e, muitas vezes, emocionais.
Também é importante não enfrentar tudo sozinho. Buscar orientação — com um profissional da área ou com quem já passou pelo processo — pode ajudar a esclarecer pontos decisivos.
Afinal, mais do que um papel, esse benefício pode representar dignidade, segurança e estabilidade para quem vive com limitações permanentes.
O post Aposentadoria por incapacidade: entenda os critérios e como evitar a negativa do INSS apareceu primeiro em Edital Concursos Brasil.
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