Um estudo publicado na revista Psychology and Aging revela como a procriação influencia a satisfação pessoal ao longo da vida adulta. A pesquisa analisou o percurso de 562 indivíduos desde a juventude até a fase madura para descobrir como a parentalidade se relaciona com o bem-estar emocional.
Os pesquisadores destacaram a importância das expectativas que são formadas na juventude.
Aqueles que priorizavam a parentalidade durante a juventude, mas não tiveram filhos, apresentaram maior redução no bem-estar emocional na vida adulta. Por outro lado, indivíduos que ajustaram suas expectativas e redefiniram objetivos pessoais relataram uma satisfação maior ao longo do tempo.
As expectativas formadas na juventude exercem impacto significativo na satisfação futura. Aqueles que viram seus planos de parentalidade frustrados experienciaram declínio no bem-estar emocional, mental e cognitivo.
Contudo, a flexibilidade na redefinição de metas demonstrou ser essencial para a satisfação duradoura.
Não há uma idade ideal universal para ter filhos, conforme o estudo. Aspectos biológicos, emocionais, financeiros e sociais contribuem para essa decisão complexa.
A relação entre ter filhos e felicidade não é direta. Homens que se tornaram pais relatam menor solidão na velhice, mas a qualidade das relações familiares e o suporte social e financeiro são cruciais para a felicidade parental.
A pesquisa também enfatiza o papel das redes de apoio no bem-estar dos pais. O suporte emocional e social de familiares e amigos é essencial para uma experiência positiva de parentalidade, e grupos de apoio comunitário também são recursos valiosos.
Fatores culturais influenciam fortemente a decisão de ter filhos. Em algumas culturas, há pressão para procriar cedo, enquanto em outras a carreira é priorizada antes da parentalidade.
As políticas públicas devem considerar essas variações culturais, oferecendo suporte a casais com dificuldades em ter filhos e equilibrando trabalho e vida familiar.
O estudo evidencia que a satisfação ao longo da vida está intimamente ligada às expectativas e à capacidade de adaptação, tanto no contexto da parentalidade quanto em outras esferas da vida.
Ademais, redes de apoio robustas e políticas públicas sensíveis às necessidades familiares podem ser fundamentais para promover o bem-estar emocional e social.
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