O avanço tecnológico trouxe o celular para o centro das nossas vidas. Seja para comunicação, informação ou entretenimento, ele é uma presença constante.
No entanto, essa presença intensa acabou gerando um novo transtorno: a nomofobia. Embora ainda seja desconhecida por muitos, a condição é cada vez mais discutida.
A nomofobia, termo que vem de “no mobile phobia”, ou fobia de ficar sem celular, expressa a angústia que algumas pessoas sentem ao não poderem usar o smartphone. Essa fobia pode surgir por diversos motivos, incluindo a necessidade de estar sempre conectado e atualizado.
O termo nomofobia surgiu em 2008, através de um estudo do UK Post Office, no Reino Unido. A pesquisa investigava a ansiedade gerada pela falta do dispositivo móvel. Desde então, o conceito tem sido utilizado para descrever o medo irracional de ficar sem acesso ao celular.
Pessoas com nomofobia podem apresentar sintomas variados, como ansiedade e depressão. Entre os fatores que contribuem para o transtorno estão o desejo de validação social e o medo de perder notícias importantes.
A obsessão por verificar notificações e a incapacidade de desligar o celular são sinais claros. Veja mais alguns:
Embora ainda não seja oficialmente reconhecida pela medicina, a nomofobia pode ser tratada com algumas terapias.
A psicóloga Karla Cardozo, com mais de 11 anos de experiência, citada em matéria do Olhar Digital, sugere terapias como meditação e desintoxicação digital como possíveis abordagens. Embora a cura específica não exista, essas estratégias podem ajudar.
A nomofobia destaca a complexa relação entre humanos e tecnologia. Ela ressalta o quanto é crucial que reconheçamos os sinais e busquemos equilíbrio no uso de dispositivos móveis.
O caminho para uma relação mais saudável com a tecnologia passa pela conscientização e adoção de práticas que promovam o bem-estar digital.
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