Presente no prato do brasileiro há gerações, o arroz com feijão vai muito além do sabor e da tradição. A ciência confirma o que a cultura popular sempre soube: essa dupla, símbolo da alimentação saudável, é uma poderosa aliada na prevenção de doenças crônicas e na manutenção do peso corporal.
Um levantamento da Elsa-Brasil, estudo que reúne seis instituições públicas de ensino e pesquisa, analisou mais de cem artigos científicos e revelou que seguir o padrão alimentar tradicional brasileiro, com arroz e feijão como base, traz benefícios diretos à saúde metabólica e cardiovascular.
Embora tenha perdido espaço nas grandes cidades para refeições rápidas e ultraprocessadas, o arroz com feijão permanece imbatível quando o assunto é equilíbrio nutricional.
Quando consumidos juntos, esses dois alimentos formam uma proteína completa, contendo todos os aminoácidos essenciais que o corpo precisa.
Oferecem carboidratos complexos, fibras, ferro, magnésio, fósforo e vitaminas do complexo B, nutrientes fundamentais para fornecer energia, fortalecer o sistema imunológico e melhorar o funcionamento intestinal.
Essa combinação é uma refeição acessível, equilibrada e indicada para todas as idades, de crianças a idosos, contribuindo para o controle da gordura corporal e a prevenção de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardíacos.
Arroz com feijão é mais poderoso do que parece e a ciência prova isso (Foto: iStock)
Apesar dos benefícios da alimentação tradicional, o estudo mostra que o hábito alimentar do brasileiro tem piorado nas últimas décadas.
O consumo de sal atinge, em média, 11 gramas por dia, mais que o dobro do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de apenas 5g diárias.
O consumo frequente de alimentos ultraprocessados, como refrigerantes, embutidos, salgadinhos e biscoitos, aumenta significativamente o risco de doenças cardiovasculares e síndrome metabólica.
De acordo com os pesquisadores, beber um copo de refrigerante (240 ml) por dia pode elevar em até 23% o risco de hipertensão e diabetes.
Nem tudo, porém, é motivo de preocupação. O estudo apontou que alguns hábitos simples também podem atuar como protetores do organismo.
O consumo moderado de café, de duas a três xícaras pequenas por dia, foi associado a menor risco de diabetes e hipertensão, além de melhorar a memória e o desempenho cognitivo em idosos.
Os laticínios, especialmente os desnatados, também mostraram efeitos positivos: quem consome esses alimentos regularmente apresenta menor pressão arterial e reduz em até 64% o risco de morrer por doenças do coração.
Resgatar o hábito de comer arroz com feijão todos os dias é, portanto, mais do que um gesto cultural, é uma decisão inteligente para quem busca mais saúde, energia e longevidade.
Essa combinação simples, nutritiva e equilibrada continua sendo um dos pilares da alimentação saudável brasileira, comprovando que o segredo para viver melhor pode estar, literalmente, no prato de todo dia.
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