Nos últimos anos, a clonagem de animais de estimação tornou-se uma opção cada vez mais procurada por pessoas que não conseguem lidar com a perda de seus amigos peludos.
Nos Estados Unidos, esse processo vem ganhando popularidade, com muitos tutores dispostos a investir quantias significativas para ter de volta seus companheiros em uma nova forma genética.
Enquanto muitos veem essa prática como uma solução futurista, a clonagem de pets está em operação há quase uma década.
Desde os primeiros casos, como os gatinhos British Longhair que cruzaram o Atlântico para sua nova morada, o número de clones só tem crescido, gerando até mesmo listas de espera.
Ainda assim, há um certo estigma associado a essa decisão. O temor do julgamento faz com que muitos optem por manter a clonagem de seus pets em segredo.
Contudo, esse processo complexo oferece uma nova chance de reviver, em parte, a conexão com seus animais queridos.
Imagem: Shutterstock
A jornada começa geralmente após a morte do animal, quando o tecido deve ser coletado rapidamente. O gerente de uma empresa líder na clonagem explica que a amostra, preferencialmente da orelha, precisa ser refrigerada em até cinco dias para garantir viabilidade.
Após a coleta, as células são cultivadas e enviadas a um laboratório especializado em Nova York. Lá, o embrião é criado por meio da inserção de uma célula no óvulo vazio, que depois é implantado em uma mãe substituta. Esse passo requer precisão para que o clone se desenvolva corretamente.
Meses depois, o resultado, um clone do pet falecido, chega aos braços do dono. Muitas vezes, esse momento é carregado de emoção, com lágrimas de ambos os lados. O reencontro, embora importante, traz também uma nova realidade: o clone não será idêntico ao original.
Para muitos donos, a expectativa é que o clone compartilhe as mesmas características do animal anterior. No entanto, a personalidade e o comportamento podem diferir, moldados pelo ambiente e experiências distintas.
Um especialista na área relatou, em matéria do site Metro World News, que enquanto genes são replicados, o comportamento do clone pode lembrar mais um “filho” do animal original. Ele mesmo cria um cão clonado, notando diferenças marcantes entre o pet atual e o falecido.
A clonagem de animais de estimação apresenta-se como uma alternativa para reviver vínculos afetivos. Apesar de o clone nunca ser uma réplica exata, muitos encontram conforto nesse processo.
Para as empresas envolvidas, orientar clientes nessa experiência emocional é uma tarefa cheia de desafios, mas também recompensadora.
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